As Tecnologias em favor da Educação
Este é um espaço onde todas as pessoas preocupadas com a Educação poderão trocar experiências fazendo uso das TECNOLOGIAS.
Quem sou eu
- adriene gestora
- Dourados, Centro Oeste MS, Brazil
- Eu sou uma mulher realizada e feliz ! Sou casada há 24 anos. Sou Educadora e Amo o que faço. Tenho três filhos que são minhas vidas; Luan Carlos, Murilo Henrique e Beatriz Assunção. A família pra mim é a base de tudo, é prioridade sempre. O diálogo é a a chave pra resolução de todos os problemas de conflito. A sabedoria, inteligência, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus são valores que acredito e procuro vivenciar junto com minha família. Amar e respeitar o próximo independente de sua classe social é o que realmente nos torna imagem e semelhança de Deus. Atualmente sou funcionária pública municipal e estou como gestora do Curso Técnico Profuncionário.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
tarefas para os alunos do 9º ano C
Quando surgiu as Tecnologias?
Quais os tipos de Tecnologias ?
Quais as tecnologias que você mais utiliza?
Por que as Tecnologias são importantes para a Educação?
O que é Hipertexto?
Agora que você já sabe a definição de Hipertexto e sua importância,crie o seu hipertexto sobre essas novas informações que você adquiriu.
Realize essa atividade, salve em uma pasta no computador e enviem no meu e-mail: gestoraadriene.blogspot.com
Não se esqueçam de colocar a bibliografia.
OK!! Bom trabalho a todos!
domingo, 14 de agosto de 2011
A educação em tempos do Twitter
José Manuel Moran
Especialista em projetos de mudança na educação presencial e a distância
Diretor de Educação a Distância da Universidade Anhanguera-Uniderp
Com todos os recursos móveis e em rede,
muitas questões nos desafiam como educadores:
1. O papel do professor muda cada vez mais: Ensina menos, orienta mais, articula melhor. Ele se aproxima mais dos alunos, se movimenta mais entre eles.
2. Os tempos das aulas se tornam mais densos, para realizar atividades interessantes, que possam ser pesquisadas, produzidas, apresentadas e avaliadas no mesmo espaço e tempo. São inviáveis as aulas de 50 minutos.
3. As aulas não se resumem só aos momentos presenciais. Aumenta a integração com os ambientes digitais, com os ambientes colaborativos, com as tecnologias simples, fáceis, intuitivas.
4. Os espaços se multiplicam, mesmo sem sair do lugar (múltiplas atividades diferenciadas na mesma sala). O conteúdo pode ser disponibilizado digitalmente. Predominam as atividades em tempo real interessantes, desafios, jogos, comunicação com outros grupos.
5. Há uma exigência de maior planejamento pelo professor de atividades diferenciadas, focadas em experiências, em pesquisa, em colaboração, em desafios, jogos, múltiplas linguagens. Forte apoio de situações reais, de simulações.
6. Ganha importância maior a presença do aluno-monitor, que apóia os colegas e ajuda o professor, tanto nas atividades como nas orientações tecnológicas.
7 Aumenta a integração de ambientes digitais mais organizados (como o Moodle) com recursos mais abertos, personalizados, grupais, informais (web2.0) em todas as etapas de um curso. Para motivar, ilustrar, disponibilizar, pesquisar, interagir, produzir, publicar, avaliar com o envolvimento de todos.
8. Quanto mais tecnologias, maior a importância de profissionais competentes, confiáveis, humanos e criativos. A educação é um processo de profunda interação humana, com menos momentos presenciais tradicionais e múltiplas formas de orientar, motivar, acompanhar, avaliar.
9. É imenso – e mal explorado - o campo de inserção da escola na comunidade, de diálogo com pais, bairro, cidade, mundo, com atividades presenciais e digitais.
10. Podemos ter modelos de organização de aulas, atividades e de materiais formatados para todo o país. Só não podem ser aplicados ao pé da letra nem ficarmos reféns deles. Podem servir como roteiros de orientação dos alunos, personalizando-os, dando-lhes a nossa cara, indo além do que está previsto.
11. A educação continuada, permanente, para todos, formal e informal, presencial e a distância, abre imensos horizontes profissionais, metodológicos, mercadológicos, que mal vislumbramos ainda. Tudo está para ser feito, experimentado e reinventado de forma diferente. A educação pode ser o campo mais fértil da reinvenção, porque todas as pessoas, em todas as idades e condições, precisam desesperadamente de ajuda em múltiplos campos: da formação inicial à super-especializada.
12. Diante de tantas mudanças, tudo o que fizermos para inovar na educação será pouco.
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Texto inspirado no meu livro A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. 4ª ed., Campinas: Papirus, 2009.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
Oração ao Amanhecer
Senhor, no silêncio deste dia que amanhece, venho Pedir-te a paz, a sabedoria, à força.
Quero olhar o mundo com olhos cheios de amor, ser paciente, compreensivo, manso e prudente, quero ver além das aparências de teus filhos, como tu mesmo os vês, e assim. . . não ver senão o bem de cada um.
Cerra meus ouvidos a toda calúnia, guarda minha língua de toda maldade. Que só de bênçãos encha meu Espírito.
Que eu seja tão bondoso e alegre, que todos quando se achegarem a mim sintam tua presença.
Reveste-me de tua beleza, Senhor e que no decurso deste dia, eu te revele a todos.
Assim seja.
MeusRecados.com - Mensagens de Religiosas para Orkut
terça-feira, 26 de julho de 2011
O que é Profuncionário?
O Profuncionário é um programa que visa a formação dos funcionários de escola, em efetivo exercício, em habilitação compatível com a atividade que exerce na escola. A formação em nível técnico de todos os funcionários é uma condição importante para o desenvolvimento profissional e aprimoramento no campo do trabalho e , portanto, para a carreira. O Decreto 7.415 de 30 de dezembro de 2010 institui a política nacional de formação dos profissionais da educação básica e dispõe sobre a formação inicial em serviço dos funcionários da escola. Entre seus objetivos fundamentais, está a valorização do trabalho desses profissionais da educação, através do oferecimento dos cursos de formação inicial em nível técnico proporcionados pelo Profuncionário. Cada uma das habilitações do Profuncionário é composta por 16 módulos: seis da Formação Pedagógica e dez da Formação Específica. Um módulo equivale a 60 horas. Assim, tem-se 360 horas no eixo da Formação Pedagógica e 600 horas no eixo da Formação Específica, perfazendo um total de 960 horas. Essas 960 horas dos módulos somam-se a 300 horas no eixo da Prática Profissional Supervisionada (relacionadas com os estudos dos módulos), totalizando 1.260 horas de curso.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Concepções de Aprendizagem
Paulo Freire, o educador mais conceituado e respeitado de nosso país dizia que a escola deveria ensinar os alunos a “ler o mundo”. Imaginava que para isso seria necessário respeitar o contexto cultural e familiar dos estudantes, dando a eles a oportunidade de participar do processo de ensino-aprendizagem, tendo voz ativa e vislumbrando realidades de ensino nos conteúdos trabalhados que tivessem relação direta com o mundo em que estavam inseridos.
Na concepção instrucionista ou transmissiva, o aluno é levado a memorização dos conteúdos, o professor é o detentor do conhecimento e não há uma troca de saberes e experiências entre professor e aluno. Infelizmente ainda hoje a educação acontece dessa forma em muitas escolas. O ensino é preparado, organizado somente pelo professor, não há participação do aluno na construção dos saberes, escolha dos materiais e metodologias a serem utilizadas para o desenvolvimento das aulas.
Na concepção vivencial ou espontaneista o aluno passa a ser sujeito da aprendizagem, com direitos, deveres e responsabilidades. Participa das ações que levarão ao processo de construção do conhecimento, agora não mais algo definido pronto e acabado. O estudante nesse modelo de concepção passa a refletir sobre um determinado assunto orientado pelo professor que sempre deverá ser o mediador aquele que dá o suporte para que o estudante possa construir seus conhecimentos com significados.
Sabemos que a aprendizagem ocorre dentro e fora da escola, de forma sistemática como no caso da família, da escola, da igreja, como de maneira assistemática, no caso da ação do ambiente sobre o indivíduo.
Ao longo dos tempos, verificamos que em determinadas épocas a educação era privilégio das elites. Com a industrialização a sociedade passou a exigir que a educação cumprisse uma função técnica e fosse oferecida à classe popular visando à preparação da mão –de- obra especializada.
Com o avanço do capitalismo a sociedade entendeu a educação como um investimento que deveria dar um retorno o mais rápido possível, ao próprio sistema. Como fruto dessa interpretação de educação surge duas alternativas: a conservadora que visa à continuidade das estruturas e relações; a libertadora, transformadora, revolucionária, que visa às mudanças das estruturas e relações sociais. Em outra denominação teríamos a conservadora e a progressista.
A reflexão que fazemos hoje é que não temos mais uma concepção conservadora de educação, uma educação autoritária onde o professor é o dono do saber, e graças a Deus as coisas mudaram, mas nos perguntamos até que ponto a educação avançou em termos de qualidade no ensino? Quais as mudanças realmente efetivas que ocorreram na educação?
Como pensar na qualidade da educação se nossos governantes só se preocupam com números de aprovados, um exemplo claro disso é a “promoção automática”, para diminuir a repetência e os alunos concluírem o ensino fundamental, e também os Provões de Ensino Fundamental e Médio, não há uma preocupação com os saberes desses educando e sim com os números, e com isso cada vez mais aumentam os números de analfabetos funcionais. Com o avanço das tecnologias acreditou-se que o problema da educação seria resolvido, todos os problemas pedagógicos seriam solucionados, mas e a capacitação desses profissionais da educação acontece a contento? As escolas estão preparadas para essa era tecnológica? O professor tem segurança para trabalhar, salário digno pra não precisar trabalhar sessenta horas, apoio pedagógico, formação continuada específica na sua área de atuação? Como está a estrutura familiar hoje? Como nossas crianças e jovens vêem os professores hoje? E os pais? E as universidades que tipo de profissionais tem formado?
Realmente precisamos pensar qual o tipo de concepção de educação temos hoje na prática e não nos papéis, pois em termos de documentos a nossa educação está Dez. Precisamos cobrar de nossos governantes, ações efetivas para que ocorra melhoria na qualidade da educação e isso compete a nós educadores e sociedade em geral.